segunda-feira, 8 de abril de 2013

Lavando as roupinhas


São tão bonitinhas as roupinhas! Mas a parte de cuidar delas é em trabalhosa e não tem como fugir. Os pediatras sugerem que se lave todas as roupinhas antes do bebê vesti-las, inclusive fraldas, toalhas e lençóis. Que nada entre em contato com a pele delicada do bebê antes de ser devidamente higienizado. Isso porque mesmo as roupas novas podem estar com poeira, ácaros e fungos que afetam a saúde do baby. 
Comecei a ler sobre, e li que a dica é que as mães, lá pelo sétimo mês de gravidez, comecem a lavar todo o enxoval do bebê que está para chegar. Pois, nessa fase, a gestante ainda tem disposição e já deve ficar com tudo preparado se o bebê chegar antes da hora.
Aí me apavorei! Laura tem mais roupa que todo mundo aqui de casa junto!
No início, minha vó (biza da Laura, que tem 60 anos rsrs) se ofereceu pra lavar tudinho. Eu comecei a lavar umas pecinhas, a passar e achei tão gostoso, que acho que estou perto de terminar!
Pra lavá-las é simples. Não se deve usar os produtos que a gente usa na nossa roupa e dizem que não é bom nem os produtos infantis, que devem ser utilizados somente a partir do quarto ou quinto mês, que é quando a pele do bebê fica mais resistente.
Procurei, procurei, e li que para os recém-nascidos, o mais recomendado é o sabão de côco ou neutro, que tem menos ácido e perfume na composição, portanto não causa alergia. Nada de amaciantes, alvejantes, sabão em pó comum ou removedor de manchas.
Eu comprei o de côco da Girando Sol e adorei! Deixa um cheirinho bem gostoso nas roupinhas e faz bastante espuma.



Um dos meus medos, era de usar a máquina de lavar. Já pensou, lavar tudinho na mão? Laura teria nascido e eu não estaria nem perto de terminar. Ai pesquisei e li que não há nenhuma contra-indicação em usar a máquina de lavar. Claro que as peças mais delicadas e cheias de frufrus, não há escapatória. O mais importante é caprichar no enxágüe para que não fiquem resquícios do produto no tecido.
Uma coisa que estou fazendo, é lavando a roupinha dela separada da roupa de adulto. Esse cuidado ajuda a evitar que a sujeira da roupa dos adultos entre em contato com as peças do bebê.
Bom, acho que deu pra ter uma noção dos primeiros cuidados com as roupinhas. Como as crianças de sujam muito nos primeiros meses e têm que trocar de roupas algumas vezes por dia, provavelmente o volume de roupinhas para lavar será grande...

27 semanas


Posso descrever a semana, com apenas uma palavra: REFLUXO.
Se fosse apenas azia, estava feliz. Mas não. É tenebroso. Irrita a garganta, e te faz tossir o tempo todo. A parte melhor, é que não tem o que se fazer... Apenas aquele papinho xarope de se alimentar bem, comer várias aos vezes ao dia e em pequenas porções (como se fosse possível ignorar a fome imensa que se sente).
Além desse empecilho, o resto está tudo bem. Laura está bem ativa, dando chutinhos cada vez mais fortes.
Nessa semana, demos uma grande adiantada no quartinho dela! Ainda faltando algumas coisinhas, mas o maior já está pronto!



A escolha do nome...


Logo após a descoberta, demos início aos trabalhos da escolha do nome do baby.
Não foi simples. Quando um gostava, o outro não gostava. Ou conhecia alguém mala com esse nome... Ou já era o nome do filho(a) de um familiar ou conhecido...
Pelo menos, pensávamos da mesma forma. Queríamos um nome simples, sem muita frescura e sem muita possibilidade para apelidos.
O que eu fiz? Encontrei no Baby Center uma lista, com os nomes de bebês mais usados em 2012.
Imprimi essa lista, peguei uma marca texto e foi marcando os que me agradavam. Uma delícia fazer isso! :)
Resultado... Eu tinha 6 nomes para menino e pelo menos uns 20 para menina!
Todo mundo opinando sobre os nomes... Por fim, tínhamos os vencedores: Ou Pedro, ou Laura.
O mais engraçado, é que Laura estava riscado na minha lista. Um belo dia, relendo, vi Laura, e gostei.
Comecei a escrever Laura com os nossos sobrenomes, e ficou muito lindo: Laura Braum Nadyer.
PRONTO! Escolhido. E para minha surpresa, ao falar pro Senhor Pai, ele adorou o nome.
Hoje, tudo a minha volta é cor de rosa, lilás e tem esse nomezinho.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Maravilhosas 14 a 26 semanas!


Mãerinheiras de primeira viagem! O primeiro trimestre vai da semana 1 até a semana 13. O segundo trimestre, semanas 14 a 27 e o terceiro trimestre: semanas 28 a 40.
Nesse post, vou resumir um pouco de como foi o segundo trimestre pois, resolvi começar o blog  um pouco tarde (estou com 27 semanas) então, estou ansiosa para chegar aos dias de hoje!
Segundo trimestre! Aaaaah que alívio! Bem vindas ao trimestre onde se tem menos, ou quase nada de sintomas! 
Com 16 semanas fiz uma ecografia obstétrica, apenas para confirmar se era 100% menininha ou se ia me surpreender e já ter que trocar as mil coisas rosas que as tias, dindas, bisas, vós, saíram feito doidas comprando. Mas... A danadinha não quis mostrar, e o médico era péssimo. Mal olhou, não tentou nada e deu probabilidade de 90% menina. Aaaaah, ainda não vou poder comprar coisas cor de rosa!
21 semanas, lá vou eu de novo. Dessa vez, para fazer a ecografia morfológica. O que é isso? É uma avaliação detalhada de toda anatomia das nossas sementinhas. Dão uma boa bisbilhotada para identificar doenças genéticas e todos os orgãozinhos são avaliados e medidos. Dessa vez, uma Doutora maravilhosa! Foi meia hora de ecografia. O bebê não queria abrir as perninhas, não queria mostrar de jeito nenhum! A Doutora super pacienciosa, mandava eu me virar de um lado e tentava. Virar para outro lado, tentava de novo... E nada!
Até que, meia hora depois, a Doutora (a mesma que fez a ecoo nas 11 semanas e disse que tinha 80% de chance de ser menina) diz: É! Não tem um pinto!
É UMA MENINA!
Ao saber o sexo, parece que as coisas ficam mais reais... Você já começa naquela briga de decidir o nome, começa a imaginar como ela será... É uma fase ótima.
Mas... Como já se sabe, naturalmente a mulher já tem seus altos e baixos todo mês. Pois bem, na gravidez é pior. Em 5 minutos você vai de radiante e feliz a desanimada e exausta. Você está lá, feliz da vida. Alguém fala um pouco mais alto com você, você chora. Não é bobagem! É bem assim mesmo!
Entre as 14 e 26 semanas, é a época ideal para você organizar coisas como... Adquirir roupas larguinhas ou maiores (no meu caso, só começaram a apertar na semana 26, até então, NADA de barriga), começar a organizar o chá de fraldas, visitar o hospital onde pretende dar a luz, organizar o quartinho... Enfim, tudo que demande mais energia, porque essa é a fase onde a gente se sente mais disposta. 
Uma coisa muito bacana nessa fase: o bebê vai chutar!! No início, a sensação que dá, é que a barriga está roncando... Ou se não, umas bolinhas de ar estourando dentro da barriga. Se você estiver lá pela semana 19, pode ter certeza que é o baby!
Outra coisa boa nessa fase, é que você já não vai parecer que está gordinha. Pode usar roupa larguinha e respirar aliviada que já vão começar a identificar a gravidez, e não uns kilinhos a mais.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Translucência nucal - Que bicho é esse?


Na primeira consulta com a obstetra, ela me pediu a ecografia com translucência nucal. Pelos nossos cálculos, eu estaria com 9 semanas... E essa eco só pode ser realizada entre a 11a e 13a semana. Esperar né... Tem 9 meses pra esperar ainda! Paciência.
Essa eco geralmente é abdominal (no meu caso foi), mas se a medida não for possível, pode ser necessária a realização da tão agradável transvaginal. Aí, essa tal de translucência nucal (você verá a obstetra escrever a siga TL) identifica que, se houver um acúmulo excessivo de líquido na região da nuca do feto, aumenta o risco do bebê ter uma alteração cromossômica, má-formações ou alguma síndrome genética.
Aí imagine a ansiedade e o medo pré-TL?? É minha filha... Agora você é mãe! O mundo já não gira em torno de você! “Será que está tudo bem com o meu filho(a)?”, “Será que ele(a) está se desenvolvendo normalmente dentro da minha barriga e com saúde?”. É verdade, acabaram-se os sonos tranquilos!
E o sexo? Será que já vai dar pra ver? Se for menino? Se for menina? É um turbilhão de pontos de interrogação na cabeça da gente. 
Não sei porque, mas, tudo na minha cabeça era azul. Sempre quis menina. Mas assim que soube, tinha certeza de que era um menino.
Na noite anterior da ecografia, bati o meu recorde: vomitei 8 vezes durante 6 horas (em que eu deveria estar dormindo). Muito, mas muito nervosa. A ficha ainda não tinha caído. Vem euforia... Vem desespero. Vem sorriso. Vem choro. Vem vontade. Vem vontade de ser tudo mentira.
Lembro que, horas antes da eco, chamei uma amiga que tem um baby, que também foi 'inesperado', e que hoje é muito visível a felicidade e o amor entre eles... Falei para ela tudo que estava sentindo, e ela me disse coisas lindas, que nunca vou esquecer. É engraçado que, por mais que eu tenha uma base boa de psicologia na minha formação, nessas horas, a gente esquece de tudo! Sabia que a fase da negação era natural, mas conversar com alguém que já passou por isso, me fez bem.
Eis que então, chega o dia tão esperado, e se comprova o que haviam me dito: Quando você vê o seu bebezinho, pela primeira vez... TUDO muda. Lembro que o vi, deitadinho, tranquilo, já todo formadinho, e pensei: poxa, to aqui fora me descabelando e você aí, nessa paz...
Estava lá. Minha sementinha. As mãozinhas, as perninhas, tudo tão perfeito. Na TL, tudo ótimo. Coraçãozinho segundo Senhor Pai, parecia ensaio do Olodum. Realmente emocionante.



Aí vem outra surpresa: Doutora: - Qual a opinião da família sobre o sexo? Respondi que todo mundo falava em menino... Aí a Doutora ri, e diz... Olha, não comprem nada ainda, mas 80% de chance de estarem enganados!
Outro turbilhão na cabeça. As coisinhas azuis sendo substituídas por coisinhas rosas. Os carrinhos sendo substituídos por bonecas e princesas. Não tinha imaginado isso, e confesso que GOSTEI!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Malditos enjoos!


Não tem sintoma pior na gravidez do que os enjoos. Eu fiquei imprestável. Sem vontade de fazer nada. Só dentro de casa, por medo de fazer fiasco na rua.
Até que a obstetra me receitou Dramin B6. Ajudou um pouco.. Mas volta e meia, aquela correria para o banheiro.
Passei da semana 7 até a semana 13 vomitando e enjoando diariamente. Paguei todinhos os meus pecados. Meu recorde foi vomitar 8 vezes em 6 horas.
Mas porque eu sinto enjoo? Quando a mulher engravida, o organismo aumenta a secreção de certos hormônios como a progesterona, e passa a produzir outros, como a gonadotrofina coriônica. A função principal desses hormônios, com nomes não muito simpáticos, é ajudar a manter a gravidez (lembre-se disso, e vai começar a aceitar os enjoos...) Contudo, eles causam um maravilhoso e agradável efeito colateral: o enjôo. Isso acontece porque retardam a digestão, aumentando o tempo que o alimento leva para sair do estômago e entrar no intestino.
Aí dizem, que a produção desses hormônios é muito maior nos 3 primeiros meses. Ou seja... Há uma esperança. Serão 'apenas' 3 meses de enjoos...
Não desejo mesmo, a ninguém. Pois não há simpatia, reza, macumba, NADA que faça passar. Se está passando por isso, pode até tentar as mil e uma receitas que postam por aí... Eu tentei! E não adiantou nada. O segredo é mesmo tentar se alimentar regularmente, várias vezes ao dia, em menor quantidade, pra não encher muito o estômago e também nunca deixá-lo vazio. E água. Muita água.
Mas calma... Eu notei que ficava com mais náusea, quando ficava nervosa.
Tudo passa. Isso também vai passar!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Por onde eu começo?


O intuito desse blog, é de, além de contar a minha história e tê-la gravada aqui como uma lembrança, ajudar mamães assustadas como eu fiquei. Exatamente como uma barata tonta:
E agora? Quantos meses eu estou? Semanas? Como assim? 40 semanas?? Mas 40 semanas são 10 meses!!! SOCORRO!! E muitas outras questões, vem a tona na cabeça da gente. Na medida do possível, vou descrevendo pelo o que estou passando e se tiverem dúvidas, só deixar nos comentários!
Bom! Primeiro passo... Procurar uma obstetra e começar o pré-natal! Acredito que, na hora da escolha do obstetra, não se deve levar em conta o local, o valor, nada disso... Tem que ser alguém que você goste, se identifique, que faça com que você se sinta a vontade, pois esse médico vai te acompanhar no momento mais incrível da sua vida! Graças a Deus, tive sorte! Na primeira consulta, já me encantei pela minha obstetra.
Só foi frustrante porque tinha conseguido consulta para duas semanas depois... E todo mundo pergunta: de quanto tempo você está??? E a gente perdida, não faz nem ideia... Estava ansiosa por saber algo mais.
Na primeira consulta, a médica fez uma entrevista. Questionou sobre todo o meu histórico de saúde e da minha família, incluindo perguntas sobre o Senhor Pai e antecedentes de doenças genéticas. Tudo isso é para saber se a gente tem mais ou menos chances de ter problemas durante a gestação.
Após, vem o exame de toque (sempre tão agradável) e toda a verificação de peso, da pressão arterial, do tamanho da barriga...
No meu caso, pelos cálculos que fizemos pela data provável da última menstruação, eu deveria estar em torno de 9 semanas de gestação.
As semanas funcionam assim: Começamos a contá-las a partir do primeiro dia da última menstruação. Ou seja, com 1, 2 semanas, a gente não está exatamente grávida... mas tudo lá dentro, está se encaminhando para que logo estejamos. Por isso, a gestação durará ’10 meses’ e não será filho de burro!!
Mas se você não tem certeza da data da sua última menstruação, não se apavore! Seu médico vai pedir uma ultrassom (ecografia), e com esse exame, no laudo dirão certinho de quanto tempo você está. Ai, a partir dessa primeira ecografia, que você e seu médico irão contar.
Já vou avisando... Não se assuste com a quantidade de exames que o médico vai solicitar na primeira consulta. (Eu me assustei). De uma forma geral, as grávidas fazem uma bateria de exames de sangue de rotina a cada três meses, uma para cada trimestre de gestação.